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Nota de repúdio à Carta aberta de feministas burguesas e pós-modernistas anti-resistência iraniana

Abaixo o oportunismo pós-modernista e pró-imperialista do feminismo burguês!

Todo apoio à guerra de resistência nacional do povo iraniano!

O Movimento Feminino Popular (MFP-Brasil) repudia e rechaça os ataques reacionários da vergonhosa “Carta aberta” à resistência nacional iraniana, assinada por feministas burguesas pós-modernistas, como Judith Butler, o trotskista, ‘ecossocialista’ e petista Michel Lowy e outros ‘intelectuais’ principalmente de universidades dos EUA. Publicada no jornal The Guardian no dia 20 de agosto de 2026. Para tentar enganar incautos e passar a posição reacionária contra o governo e Estado iraniano, que lideram a resistência nacional e revelando seu cinismo demagógico, pois que os firmantes de dita carta a dirigem aos presos políticos do Irã, sem sequer diferenciar entre estes os opositores democráticos do regime islâmico da corja da quinta-coluna imperialista pega em flagrante delito (agentes do Mossad e da CIA, e outros criminosos aliados dos imperialistas ocidentais e sionistas). E o fazem exatamente quando o país se encontra sob bombardeios e um bloqueio econômico ainda maior do que o já aplicado em 47 anos, ações criminosas de guerra ordenadas pelo celerado da Casa Branca e pelo neonazi Netanyahu. A oportunidade dessa manifestação dos ilustres assinantes da missiva, é só a de ir em socorro dos imperialistas agressores da Nação e povo iranianos. Os resultados da guerra de agressão já expõe o fracasso mais outro imperialista e a vitória da resistência, o que está na relação inversamente proporcional da diferença descomunal em meios de guerra de todo tipo e poder econômico do EUA para com o Irã, pois que é a diferença da guerra injusta para a guerra justa. Assim que, a resistência nacional iraniana tem repelido e derrotado os agressores e seus volumosos arsenais de morte com unidade, bravura, destemor e heroísmo, confrontando toda sorte de brutais ataques contra a infraestrutura, fábricas, centros de abastecimentos, hospitais, universidades, centros científicos e escolas do país, assassinando trabalhadores, professores, cientistas, crianças como a matança vil das 168 meninas da escola de Minab.

Sob o pretexto de que os presos no Irã estariam oprimidos entre “duas lâminas de uma tesoura”, que seriam o governo iraniano e o EUA, as feministas pós-modernistas e demais acadêmicos burgueses firmantes da carta qualificam da mesma maneira o imperialismo ianque agressor e o Estado e governo iranianos agredidos. Ou seja, têm o desplante de colocar na mesma condição o país imperialista maior agressor e genocida depois da Alemanha nazista, o qual tem descaradamente exposto seus intentos de saqueio e colonialismo ao mundo inteiro, com o Estado iraniano que tem combatido ferozmente tal dominação, derrotando uma após outra as ações da quinta-coluna no interior do país, empenhada em sabotagens e em maquinações por dividir o povo e favorecer a reação mundial, ora em polvorosa, frente à firmeza inquebrantável da resistência feroz iraniana.

Desmoralizados cada vez mais com o ascenso das lutas populares, anti-imperialistas e revolucionárias no mundo inteiro, os pós-modernistas, que a partir do início dos anos de 1990 em diante, tanto apregoaram em uníssono com o imperialismo, que tínhamos chegado ao “fim da história”, ao “fim das metanarrativas” e das revoluções no mundo, quanto em sua arrogância imperial que agora, juntamente aos “marxistas” de cátedra, arvoram-se a juízes para julgar a resistência nacional iraniana (típica do pensamento e atitude de colonialistas e imperialistas ianques). Do alto de seus pedestais de ouropéis proferem vereditos à justa e invencível guerra de resistência nacional iraniana como mero “anti-imperialismo vazio”. Ora, senhoras e senhores, vazia é a vossa solidariedade às massas populares iranianas, libanesas, palestinas, e iemenitas, as quais, aliás, sequer são mencionadas em sua “carta aberta”, não por acaso patrocinada pelo monopólio de imprensa imperialista, enquanto quem, verdadeiramente, tem praticado o combate inconciliável ao imperialismo e a solidariedade anti-imperialista efetiva na região do Oriente Médio Ampliado, tem sido exatamente o alvo de seus ataques…

Desde que foi atacado por israel e EUA em fevereiro deste ano, o Irã reagiu de imediato com força efetiva, mobilizando as massas para a defesa da soberania da Nação, para a qual milhões têm acorrido às convocações para a guerra patriótica, sob os pesados e contínuos bombardeios do imperialismo, desafiando a morte, formando cordões humanos com dezenas de milhares de mulheres e homens em torno das instalações energéticas do país, repelindo os ataques e contra-atacando com precisão cirúrgica os alvos ianques e sionistas em toda a região, em terra, ar e mar, provocando prejuízos incontáveis, do ponto de vista econômico, político e militar e a desmoralização moral do imperialismo ianque e o sionismo. Ademais, o governo e Estado iranianos, não se limitaram a uma defesa estritamente nacional, e desde o primeiro momento, dentre suas exigências e condição para qualquer acordo, o fim de todas as agressões ianques e sionistas ao Líbano e Palestina, posição anti-imperialista inconteste. A aliança com Omã para o legítimo controle do Estreito de Ormuz é outro demonstrativo de que o Estado iraniano não agiu com base em egoísmo nacional, mas sim tem efetivamente realizado uma frente de resistência anti-imperialista na região do Oriente Médio. Em termos práticos é indiscutível a condição de resistência nacional anti-imperialista do Irã, o que faz dele neste momento pertencente ao campo da Revolução Mundial. Portanto, cabe ao proletariado revolucionário internacional se fundir às lutas de libertação nacional para fortalecê-las, debilitar ao máximo o imperialismo, condição para que a luta revolucionária possa crescer em todo o mundo e a direção mais firme do proletariado ir galgando a direção das lutas e guerras de resistência e libertação nacional, destruindo parte por parte a dominação imperialista, explorando suas contradições internas como reserva da causa, até lograr varrê-la com toda a reação da face da Terra. O contrário da postura covarde dos oportunistas, pós-modernistas e feministas burguesas, que se colocam a reboque do imperialismo e se põem a criticar as massas, suas lutas e aqueles que verdadeiramente se lançam em guerra contra o imperialismo, única forma de destruí-lo!

Diante disso, o MFP reafirma o apoio irrestrito à justa resistência anti-imperialista do Irã contra a sanha imperialista de Estados Unidos e israel e denuncia seus papagaios repetidores. Esta agressão tem fracassado em seus objetivos criminosos de controle da região e do mundo, graças à heroica resistência nacional que a nação, o povo e o Estado iraniano têm empreendido, assim como com as gloriosas e intrépidas resistências nacionais palestina, libanesa e iemenita! Colocar-se contra tal resistência, diminuir seu papel histórico ou infundir divisões no seio do povo no momento em que este se eleva numa grandiosa luta anti-imperialista de significado transcendental, é objetivamente fazer o jogo da dominação imperialista – papel justamente do oportunismo, do revisionismo e do pós-modernismo e outros espadachins a soldo, contra o qual frontalmente nos colocamos!

Só com a luta e a construção, parte por parte, da frente anti-imperialista, a mais ampla possível, em prol da qual não se pode conciliar com as posições que debilitem, dividem e propaguem interesses particularistas, poderá o proletariado, os camponeses e todas as massas populares de cada país, como nos países do Oriente Médio Ampliado, onde combatem há décadas de lutas armadas contra a dominação colonial e imperialista, a reação será inevitavelmente derrotada e as nações e povos oprimidos triunfarão. Só com a construção de uma grande frente anti-imperialista, o proletariado lutando nas primeiras linhas de combate, poderá ser o fiador de sua unidade e firme direção, atrair setores médios e isolar os incorrigíveis lacaios, que serão aplastados pela revolução proletária juntos com toda a reação. Só com as guerras revolucionárias sob a direção do proletariado contra o imperialismo, pela revolução de nova democracia e revolução socialista, o imperialismo e toda a reação mundial poderão ser derrotados. Para o proletariado revolucionário conquistar a direção da frente anti-imperialista, seja em cada país e a escala mundial, ele deve ser o mais militante da construção da frente única anti-imperialista, através da constante prática de unidade e luta no seu seio e na luta de classes, fundindo crescentemente as duas principais correntes da revolução mundial: o movimento proletário internacional existente em todo mundo e o movimento de libertação nacional. Só nesta luta mais decidida, a luta armada revolucionária contra o imperialismo e seus lacaios progredirá e se desenvolverá em guerra popular prologada. As forças não proletárias e mesmo aquelas conservadoras agredidas pelo imperialismo, podem se unirem, ainda que temporariamente, contribuindo para o máximo isolamento do imperialismo, ou elas se unem à direção do proletariado revolucionário ou estarão fadadas ao fracasso e sucumbirão ao lado da reação, seja no próprio país, seja à escala mundial. Só há esta saída para a Humanidade, ou a revolução mundial conjura a guerra mundial imperialista, ou esta guerra atiça a revolução como guerra popular mundial.

Por fim, fazemos causa comum com a Liga Anti-imperialista Internacional (LAI-Portugal): “A resposta iraniana demonstra a dignidade e a decisão da nação iraniana, que se recusa a ser mais oprimida e explorada pelos ianques, como já foi, no passado, pelos britânicos e os próprios ianques. Os imperialistas seguem tentando submeter o povo palestino, que não se dobrou, nem se dobrará; tentam submeter o Irã, que não se dobrou nem se dobrará. A resistência nacional iraniana está elevando a moral revolucionária, e de classe, das massas oprimidas em todos os continentes. As massas se levantam mais e mais em duras lutas anti-imperialistas, abrindo uma situação cruenta de guerras e revoluções – abre-se um novo período de revoluções no mundo.”

Viva a Heroica Resistência Nacional iraniana, palestina, libanesa e iemenita!

Abaixo o imperialismo e todos os reacionários! O imperialismo é um tigre de papel!

Abaixo o oportunismo pós-modernista e o feminismo burguês!



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